Sempre fui uma pessoa dinâmica, ansiosa. Não consigo ficar parada muito tempo. A mente, então, dispara a cada segundo o que poderia ter feito, o que fiz, e em menor proporção, o que será do amanhã.
Descobri-me, agora, uma solitária. Sem saber o que fazer com isso, e dentro dessa solidão ainda infeliz, decidi fazer alguma coisa nesse estado: usufruir do que mais tenho disponível hoje. E é assim, com poucas palavras, que começo essa nova história. Espero que me faça companhia, esse caderno digital.
Ainda não sei o que vou fazer com ele ou comigo.
E a imagem que segue é a que mais tenho visto hoje, do lugar onde sempre estou. Apesar da sombra que a acompanha, não passa disso: uma sombra do que eu esperava que fosse.
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